
A nova diretoria do Conselho da Comunidade da Comarca de Araguaína tomou posse no último dia 16 de outubro, após eleição em 12 de setembro. O órgão, previsto na Lei de Execução Penal, tem a missão de aproximar a sociedade civil do sistema prisional e contribuir para a ressocialização de pessoas privadas de liberdade.
Com mandato para o biênio 2026/2027, a nova equipe é composta por jovens advogados, empresários e uma psicóloga, que chegam com a proposta de modernizar o funcionamento do Conselho, fortalecer parcerias e desenvolver ações voltadas à capacitação e reintegração social de apenados e egressos.
Presidência com visão moderna e social
A nova presidente é a advogada Vânia Márcia Rocha Pinheiro Lima Kühn, formada pela Faculdade Católica Dom Orione, com mestrado em Prestação Jurisdicional e Direitos Humanos (UFT/ESMAT). Atuou por mais de uma década como assessora no Tribunal de Justiça do Tocantins e hoje é sócia do escritório Sousa Kühn Advogados.
Com experiência sólida no Judiciário e visão humanista da execução penal, Vânia quer transformar o Conselho em uma ponte entre o sistema prisional e a sociedade.
“Queremos fazer do Conselho um espaço de diálogo, acolhimento e transformação. Nosso foco é valorizar o ser humano, investir em capacitação e promover oportunidades reais de reinserção. A ressocialização é possível quando a sociedade participa ativamente desse processo”, destacou a presidente empossada.
Composição da nova diretoria
- Presidente: Vânia Márcia Rocha Pinheiro Lima Kühn – OAB/TO 11.141
- Vice-presidente: Ricardo Andrade Lemes – OAB/TO 7.070
- Secretária: Bruna Ribeiro de Paula – OAB/TO 8.792
- 2º Secretário: Janduir José Pereira de Sousa – OAB/TO 11.712
- Tesoureira: Luana Damasceno Costa – OAB/TO 12.994
- 2º Tesoureiro: George Henrique Silva – Empresário
- Conselho Fiscal: Eunice Albano – Psicóloga e Luzia Alves Brito Guida – OAB/TO 7.352
Gestão voltada para resultados
O grupo quer ampliar a atuação do Conselho com projetos de educação, qualificação profissional, empreendedorismo e apoio psicológico para internos e egressos do sistema prisional. A proposta é envolver universidades, empresas, órgãos públicos e a comunidade em uma rede colaborativa de reinserção.
Com esse novo perfil jovem, técnico e engajado, o Conselho da Comunidade de Araguaína inicia uma fase marcada por inovação, diálogo e compromisso com a dignidade humana, reforçando o papel transformador previsto na Lei de Execução Penal.
Por: Warley Costa | Portal Imediato.





