
A estudante Emilly Farias, da Escola de Tempo Integral (ETI) Margarida Lemos, localizada no Jardim Aureny III, em Palmas, foi selecionada para representar a rede municipal de ensino do Tocantins no curso nacional de Educação Midiática e Cidadania Digital para as Adolescências, promovido pelo Ministério da Educação (MEC), em parceria com a Unesco.
O curso, em formato de cocriação, integra as ações do Grupo de Trabalho de Educação Digital e Midiática no âmbito do Programa Escola das Adolescências. A proposta tem como foco a construção coletiva de temas, metodologias e linguagens voltadas à promoção de uma relação mais crítica, segura e consciente com as tecnologias e mídias digitais entre adolescentes.
Líder do projeto escolar TV Rádio Magá desde o 5º ano do ensino fundamental, Emilly participou de uma série de encontros virtuais durante o mês de julho, nos quais estudantes de diferentes regiões do país contribuíram com ideias e propostas para a estrutura do curso.
“Foi incrível poder trocar ideias com alunos de outros estados e perceber que, mesmo sendo de lugares diferentes, nós temos objetivos parecidos”, afirmou a estudante. “O que mais me alegra é saber que o curso será feito com as nossas próprias ideias, então vai ser muito nosso!”, completou.
Emilly foi acompanhada pela professora Graça Alves, representante da Rede Nacional do Programa Escola das Adolescências (Renapea) e servidora do município de Palmas, que também integra a seccional Tocantins da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime-TO).
O curso será disponibilizado em breve na plataforma Avamec (Ambiente Virtual de Aprendizagem do MEC) e será aberto a estudantes dos anos finais do ensino fundamental de todo o país. A iniciativa reforça o compromisso do Ministério da Educação em estimular o protagonismo estudantil e fomentar soluções inovadoras para os desafios da educação contemporânea.
Sobre o Programa Escola das Adolescências
Criado pelo governo federal, o Programa Escola das Adolescências visa apoiar a melhoria do ensino nos anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano). A proposta busca promover uma educação que dialogue com a diversidade da vivência adolescente no Brasil, por meio de ações pedagógicas, apoio financeiro e estratégias divididas em três eixos: governança, organização curricular e desenvolvimento profissional.
Por: Lénedy Wander | Portal Imediato





