Nova etiqueta de energia para geladeiras começa a valer em 2026

Mudança torna regras mais rígidas e facilita a comparação entre os modelos.
Imediato News

A partir de janeiro de 2026, entram em vigor novas regras para a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia, usada nas geladeiras vendidas no Brasil. As mudanças foram divulgadas pela Agência de Metrologia do Tocantins (AEM), em parceria com o Inmetro, e têm como objetivo deixar as informações mais claras para quem vai comprar o produto.

As novas regras fazem parte da atualização do Programa Brasileiro de Etiquetagem, que ajuda o consumidor a entender quanto o eletrodoméstico consome de energia e a escolher modelos mais econômicos.

Segundo o presidente da AEM, Denner Martins, a atenção à etiqueta faz diferença na hora da compra.
“A etiqueta mostra informações importantes, principalmente sobre o consumo de energia, que impacta diretamente na conta de luz”, afirmou.

O que muda com a nova etiqueta

Uma das principais mudanças é o fim das classificações A+, A++ e A+++. A partir de 2026, as geladeiras passam a ser avaliadas apenas em três categorias: A, B e C.

Com isso, as regras ficam mais rígidas. Modelos que gastam mais energia e que antes poderiam receber notas mais baixas não poderão mais ser vendidos no país.

Além disso, os testes usados para medir o consumo e a eficiência dos aparelhos passam a seguir padrões internacionais mais atuais, garantindo resultados mais precisos.

O que observar na hora da compra

Para fazer uma escolha consciente, o Inmetro orienta que o consumidor observe:

  • A classe de eficiência energética (A, B ou C)
  • O consumo mensal de energia, indicado em quilowatt-hora (kWh)
  • A capacidade da geladeira, incluindo refrigerador e congelador
  • A temperatura mínima que o aparelho consegue atingir, especialmente no freezer

Essas informações ajudam a comparar modelos diferentes e a estimar o gasto mensal com energia.

Período de adaptação

As geladeiras fabricadas até 31 de dezembro de 2025 ainda poderão ser vendidas com a etiqueta antiga. O comércio terá até 31 de dezembro de 2026 para vender esses produtos. A expectativa é que, antes desse prazo, a maioria dos modelos já esteja usando a nova etiqueta.

Por: Warley Costa | Portal Imediato.

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