
A Polícia Civil do Tocantins prendeu, na manhã desta quinta-feira (16), um homem de 51 anos identificado pelas iniciais A.F.A., condenado a 14 anos de prisão pelo crime de estupro de vulnerável contra sua enteada. A prisão ocorreu durante uma ação da 3ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (3ª DEAM) de Araguaína, coordenada pela delegada Sarah Lilian.
Condenação e captura
A operação foi deflagrada após a 3ª DEAM tomar conhecimento de um mandado de prisão emitido pela Vara de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Araguaína. O homem foi condenado em definitivo pelos crimes praticados em 2012, quando abusou sexualmente de sua enteada, uma jovem de 22 anos com necessidades especiais.
Os policiais localizaram o condenado em seu local de trabalho, no povoado Barra da Grota. Ele não ofereceu resistência à prisão e foi conduzido à 5ª Central de Atendimento da Polícia Civil de Araguaína. Após os procedimentos legais, foi encaminhado à Unidade Penal Regional Local, onde permanecerá à disposição da Justiça.
Investigação e julgamento
As investigações conduzidas pela Polícia Civil revelaram que o condenado aproveitou-se da convivência familiar para cometer os abusos. Por morar na mesma residência, ele teria praticado diversos atos de violência sexual contra a enteada, até que os crimes foram descobertos e denunciados. Um inquérito foi instaurado, comprovando os abusos.
A condenação ocorreu em 2024, e desde então, o homem era considerado foragido. A prisão reforça o compromisso da Polícia Civil do Tocantins em combater crimes hediondos como o estupro de vulnerável.
Compromisso com a sociedade
A delegada Sarah Lilian destacou o empenho da equipe no combate a esse tipo de crime. “As equipes da 3ª DEAM estão atentas e vigilantes para identificar e prender aqueles que praticam crimes hediondos como o estupro de vulnerável. Seguiremos intensificando os trabalhos investigativos e reafirmamos nosso compromisso com a sociedade araguainense para erradicar essa prática em nossa cidade”, afirmou.
A ação é mais um passo importante no combate à violência sexual e na proteção dos direitos das pessoas vulneráveis em Araguaína.
Por: Warley Costa / Portal Imediato.





