
A Polícia Civil indiciou Adair Gonçalves, de 53 anos, dono de uma cerâmica em Guaraí, Tocantins, pelos crimes de tortura, estupro, feminicídio tentado, feminicídio consumado e ocultação de cadáver. Ele é acusado de matar a companheira, Míria Mendes Sousa Lima, de 19 anos, e incinerar o corpo da jovem em uma fornalha de sua própria cerâmica.
Segundo a investigação, Míria desapareceu no dia 18 de agosto de 2023. A suspeita é que ela tenha sido assassinada após descobrir que Adair vinha abusando sexualmente das filhas dela. A jovem teria confrontado o companheiro ao tomar conhecimento dos crimes, o que pode ter motivado o assassinato.

Adair foi preso preventivamente em março deste ano. Desde então, a Polícia aprofundou as investigações que culminaram com o indiciamento nesta semana. O inquérito revela detalhes chocantes da violência sofrida pela vítima e da tentativa do suspeito de ocultar o crime de forma cruel.
O caso segue agora para o Ministério Público, que poderá oferecer denúncia e levar o réu a julgamento.
Por: Redação | Portal Imediato.

