
Novas imagens mostram que a ponte sobre o Rio Araguaia, que liga Xambioá (TO) a São Geraldo do Araguaia (PA), já recebeu recapeamento asfáltico e teve as cabeceiras erguidas, confirmando o avanço das obras conduzidas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). O empreendimento, considerado um marco histórico para a integração entre Tocantins e Pará, entrou em uma nova etapa e reforça o compromisso do Governo Federal com o desenvolvimento econômico e social do Norte do país.

A primeira fase do projeto, que contemplou a estrutura principal da ponte, já foi concluída. Agora, o foco é a execução dos aterros de encabeçamento e a ligação da ponte ao leito estradal existente. Segundo o DNIT, essa etapa avançou após superar entraves de desapropriação e de contratação dos serviços.
Os acessos à ponte terão 2.010 metros de extensão total, sendo 310 metros no lado paraense e 1.700 metros no lado tocantinense. Nessa fase, o Governo Federal investe R$ 28 milhões por meio do Novo PAC.



O DNIT informou que já foram concluídos 52,10% da terraplenagem, 65,70% do colchão drenante e 25,54% do gabião, além da finalização do bueiro celular de 2,50 x 2,50 metros. A meta é garantir, ainda em 2025, a entrega dos acessos asfaltados e sinalizados, permitindo a trafegabilidade plena entre os dois estados.

O superintendente regional do DNIT no Tocantins, Luiz Antônio Garcia, destacou a importância da obra para o desenvolvimento da região.
“A ponte sobre o Rio Araguaia consolida um importante vetor de escoamento da produção, além de integrar de forma definitiva os estados do Pará e do Tocantins. O DNIT tem trabalhado com responsabilidade e planejamento para garantir a qualidade e a segurança dessa entrega, prevista ainda para 2025”, afirmou.
Além dos acessos, estão previstas obras complementares, como ruas marginais nos dois municípios e um contorno viário no lado tocantinense, que dará mais fluidez ao tráfego e segurança aos motoristas.

Com a conclusão, a ponte vai fortalecer o corredor logístico da BR-153, reduzindo custos de frete, otimizando o escoamento da produção e ampliando a competitividade econômica do Tocantins, Pará e de toda a região Norte no cenário nacional.
Por: Warley Costa | Portal Imediato.





