
A partir desta segunda-feira (24) de fevereiro, o sistema eproc, utilizado pelo Poder Judiciário do Tocantins, passará a exigir autenticação em duplo fator para todos os usuários externos. A medida foi implementada para garantir maior segurança no acesso ao sistema processual eletrônico, abrangendo advogados, membros do Ministério Público, Defensoria Pública, policiais, procuradorias, autoridades, cartórios extrajudiciais, peritos e juspostulandi.
Com a autenticação em dois fatores, será necessário inserir, além da senha, um código de 6 dígitos gerado por um aplicativo autenticador, como o Google Authenticator ou Microsoft Authenticator. Esse código será renovado a cada 30 segundos, o que dificulta o acesso indevido.
Como Funciona a Autenticação em Duplo Fator?
De acordo com a Diretoria Judiciária do Tribunal de Justiça do Tocantins (Dijud/TJTO), a medida é uma estratégia para agregar uma camada extra de proteção ao eproc, que já conta com um sistema de senha. Com a nova exigência, o usuário deve realizar o seguinte processo:
- Acessar o eproc:
O primeiro passo é acessar o site do eproc no navegador, inserir seu usuário e senha, e clicar na opção “Autenticação de Dois Fatores”. - Baixar o Aplicativo:
Na página seguinte, será solicitado o uso de um aplicativo autenticador. O usuário deve baixar o Google Authenticator ou Microsoft Authenticator, disponível para Android e iOS. - Configurar o Autenticador:
Após abrir o aplicativo, o usuário deve clicar em “Adicionar Conta” e escolher a opção “Escanear Código QR”, escaneando o código exibido na página do eproc. - Inserir o Código:
Com o código de 6 dígitos gerado pelo aplicativo, o usuário deverá voltar à página do eproc e inserir o código, seguido do e-mail pessoal. - Confirmar o Cadastro:
Após inserir o código, o usuário clicará em “Enviar” e confirmará a autenticação através de um link enviado por e-mail. - Validar a Autenticação:
Por fim, o usuário deverá acessar a página de aceitação e clicar em “Validar”, concluindo o processo de autenticação em dois fatores.
Com esta atualização, o TJTO espera aumentar a segurança das informações processuais e evitar acessos não autorizados. A medida se alinha a práticas de segurança cada vez mais exigidas no meio digital, visando a proteção e integridade das informações judiciais.
Por: Warley Costa | Portal Imediato.