Guarda Metropolitana de Palmas reforça capacitação no Agosto Lilás para enfrentamento à violência contra a mulher

Ação integra Estágio Anual de Qualificação Profissional e destaca atuação da Patrulha Mulher Segura na fiscalização de medidas protetivas.
Patrulha atenderá mulheres em situação de violência na Capítal. (Foto: Divulgação)

Como parte da programação do Agosto Lilás, campanha nacional de conscientização pelo fim da violência contra a mulher, a Guarda Metropolitana de Palmas (GMP) intensificou as atividades da Patrulha Mulher Segura. As ações têm como foco a qualificação dos agentes e o fortalecimento do atendimento humanizado às vítimas.

Nesta terça-feira, 5 de agosto, cerca de 40 guardas metropolitanos participaram de uma palestra no miniauditório do Instituto Federal do Tocantins (IFTO). O encontro abordou os principais aspectos da Lei Maria da Penha e a atuação da Patrulha Mulher Segura. A atividade integrou o Estágio Anual de Qualificação Profissional (EAQP), promovido pela GMP.

A formação foi conduzida pela inspetora-chefe da GMP, Letícia Bordin, e pela subinspetora Joana Paula Martins. O objetivo é ampliar o conhecimento técnico dos agentes sobre a legislação vigente e garantir um atendimento mais efetivo às mulheres em situação de violência.

Instituída pelo Decreto Municipal n.º 2.678, de 28 de março de 2025, a Patrulha Mulher Segura atua na fiscalização e no monitoramento do cumprimento de medidas protetivas de urgência previstas na Lei Maria da Penha. A iniciativa também busca oferecer suporte e acolhimento às vítimas, com foco na prevenção da revitimização e na promoção da segurança.

Segundo o comandante da GMP, Gilmar Fernandes, a capacitação contínua é uma diretriz central da patrulha. “Nosso objetivo é garantir que os agentes estejam preparados para lidar com situações delicadas de maneira sensível, técnica e eficaz, contribuindo com a rede de proteção às mulheres em Palmas”, afirmou.

A inspetora Letícia Bordin destacou ainda que o trabalho da patrulha está alinhado a políticas nacionais, como o Pacto Nacional Antifeminicídio e o Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra Mulheres e Meninas. “Estamos nos especializando para atuar com base nesses pactos, com foco na proteção e no respeito às vítimas, e na aplicação efetiva das medidas previstas em lei”, explicou.

Por: Lénedy Wander | Portal Imediato

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