
O período da piracema, que começou em novembro, termina na quarta-feira (28) e nos últimos dias de fiscalização nos rios que cortam o Tocantins, houve a apreensão de pescados, armas e mais de 2 mil metros de redes usada na pesca predatória. Também foi aplicado um auto de infração ambiental no valor de R$ 30 mil.
A piracema, ou defeso, marca o período de reprodução dos peixes e a pesca é considerada crime ambiental nessa época. Equipes do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) fizeram ações em diferentes regiões e conseguiu localizar infratores.
No sul do estado, houve vistoria em embarcações com apoio do Batalhão da Polícia Militar Ambiental (BPMA). Em um deles, foram apreendidos 34 kg de pescados e três armas de fogo.
Na região central, no Lago da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães (UHE Lajeado), em Palmas, pecadores estavam acampados perto do Córrego Xupé. Na hora da abordagem, resultado de uma denúncia, um deles conseguiu fugir das equipes de fiscalização. Mas o Naturatins apreendeu 30 quilos de pescado e 250 metros de rede.
No acampamento também tinha itens usados na pesca ilegal, como caniços, carretilhas, caixas térmicas, além de duas armas de fogo de fabricação caseira. Uma delas era uma espingarda e a outra chamada de ‘trabuco’, usada para caça.
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De terça-feira (21) até domingo (25), as equipes estiveram na região do Lago da Usina Hidrelétrica de Estreito, nos municípios de Darcinópolis e Palmeiras do Tocantins, e em Couto Magalhães, Juarina, Bernardo Sayão, Arapoema, Pau D’Arco e Araguaína, na região norte do Tocantins.
Um suspeito de crime ambiental recebeu auto de infração no valor de R$ 30 mil pelo crime de introdução de espécie exótica em águas jurisdicionais brasileiras sem licença. Também foram apreendidos 2,2 mil metros de redes de diversas redes e tipos de malhas.
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Conforme o Naturarins, o material apreendido foi levado para a sede do órgão na capital. Depois será destinado á reciclagem. Os peixes apreendidos ainda vivos foram devolvidos aos rios e o restante recolhido.
As equipes ainda aproveitaram para itensificar as ações de educação ambiental aos ribeirinhos que vivem nas dividas entre o Tocantins, Maranhão e Pará, levando em consideração a legislação vigente no estado.
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