

Neste sábado, 8, o escritor de Parintins Rogério Mascarenhas, mais conhecido como “Romahs”, lança o livro de literatura infantojuvenil “O menino que morava no poste”. O livro é uma produção da Editora REGGO, com desenhos de Romahs e arte-final de Tieê Santos.
O evento ocorrerá às 9h, no Parque do Mindu, situado na Rua Domingos José Martins, Parque Dez de Novembro, Zona Centro-Sul de Manaus.
Lançamento do livro
O lançamento do livro terá como uma de suas atrações o lançamento de uma exposição de arte ao ar livre chamada “Os Gitinhos”, que consiste na exibição de 10 personagens moldados com a técnica de artesanato em biscuit pela artista visual Lorena Souza a partir dos layouts desenhados pelo autor e baseados nos personagens do seu próprio livro. Esses bonecos de 15 centímetros estarão espalhados no meio da vegetação, no decorrer de uma das belas trilhas arborizadas do parque.
Também será lançado nesse dia o artbook do livro (um livreto, como um caderno de desenhos, com estudos de personagens, cenários, cenas e ilustrações que na sua maioria ficaram de fora do livro ou dos quais foram aproveitados apenas recortes). Esse artbook é uma idealização do arte-finalista do livro, Tieê Santos, que teve a ideia de levar até o público essas belas imagens não aproveitadas no livro.
Em 2019, o livro de literatura infanto-juvenil O menino que morava no poste ganhou o edital de cultura Conexões Culturais da Secretaria de Cultura da cidade de Manaus, a ManausCult.


Mini-biografia do Autor
Romahs é um artista visual brasileiro, amazonense da cidade de Parintins; Premiado em salões como o de Humor e Arte Gráfica no Amazonas e quadrinhista prestigiado, sua obra em quadrinhos, em parceria com o roteirista Emerson Medina, A Última Flecha, foi indicada a importantes prêmios literários e de arte gráfica como o HQ MIX, o Oscar dos quadrinhos brasileiros, como também ao Prêmio ABERST de Literatura, além de figurar no catálogo HQ BRASIL como um dos 100 melhores quadrinhos brasileiros dos últimos dez anos.
Romahs também é roteirista e faz parte do grupo de roteiristas dos estúdios MSP, do lendário cartunista Maurício de Sousa, criador dos quadrinhos da Turma da Mônica.
Há quase três décadas, Romahs atua em Manaus como chargista, caricaturista e ilustrador de jornais, revistas e livros. Essa publicação, O menino que morava no poste, é a sua segunda obra de literatura ficcional infanto-juvenil como escritor, a primeira foi Todos os meus gatos de volta, que concorreu ao prêmio JABUTI de literatura.
A sinopse do livro
Eles são tão pequenos que viajam nas costas de duas iguanas. Ela voa nas costas das temidas cabas assassinas que a obedecem cegamente. Eles se aventuram cruzando a deslumbrante e terrível Floresta Amazônica, seus perigos e armadilhas mortais, até aquela que nascerá de um casulo para governar os pequenos daquele imenso mundo, um presente da Deusa Avó de tudo o que existe.


Resumo do livro, pelo autor:
“O livro conta a história de dois amigos que medem 10 cm de altura, Severiano e Benedito, que ao lado de uma menina que comanda 50 terríveis cabas mágicas, a Zuleide, se embrenham na imensa Floresta Amazônica pra recuperar um objeto precioso que está sendo levado pra ser dado de presente à um ser mágico, a menina mariposa Clara, que nascerá pra reinar sobre todos os seres minúsculos, tanto o povo mágico Gitinho (ao qual pertencem Severiano e Zuleide), quantos os insetos e outros pequenos seres vivos que vivem na mata. Nessa viagem eles enfrentam terríveis perigos, como serpentes gigantescas, onças e um exército de formigas-zumbis, comandadas por um fungo-rei.”



Os parceiros
Além da ManausCult que patrocinou o livro, o autor teve a alegria de contar com a parceria de sua filha, a escritora e roteirista Beatriz Campos, que fez a primeira leitura crítica e a revisão ortográfica do livro, o editor Marcicley Reggo que fez a diagramação e a concepção da capa, o desenhista Tieê Santos que fez a arte-final das ilustrações e Editora Reggo que apostou no livro, poblicando-o.
O ilustrador premiado Tieê Santos além de trabalhar na arte-final das ilustrações também teve a ideia de utilizar o material excedente usando-o numa outra publicação, o artebook do livro.





