
O caso ganhou repercussão após Ratinho afirmar que não considera a parlamentar uma mulher “por não ter útero”, declaração que dividiu opiniões nas redes sociais e no meio político.
Defesa e opinião
Em entrevista, Silvia saiu em defesa do colega de emissora e afirmou que a fala dele deve ser vista como uma opinião pessoal.
Segundo ela, figuras públicas estão expostas a críticas:
“A gente é público, está com o microfone aberto. Cada pessoa tem sua opinião. Não acho que foi crime ou que ele tenha ofendido a dignidade dela.”
A apresentadora também destacou que pessoas que atuam na política ou na televisão precisam lidar com opiniões divergentes:
“Quando você coloca sua vida na frente da TV, está aberto a elogios e críticas.”
Bastidores do SBT
Sobre o pedido de desculpas feito pela presidente do SBT, Daniela Beyruti, à deputada, Silvia afirmou que não acompanha decisões administrativas da emissora.
Ela explicou que sua atuação no SBT é voltada à apresentação e participação como acionista apenas em reuniões específicas.
Liberdade de expressão
Silvia também ressaltou que apresentadores têm liberdade para expressar suas opiniões, reforçando que, na visão dela, a fala de Ratinho não teve intenção de atingir a dignidade da deputada.
A declaração reacende o debate sobre limites da liberdade de expressão, respeito e responsabilidade de figuras públicas, especialmente quando o tema envolve identidade de gênero e representação política.






