
Motoristas que participam da Expoara 2026 estão denunciando nas redes sociais a cobrança de valores para estacionar veículos em ruas e áreas públicas próximas ao Parque de Exposições de Araguaína. Os relatos apontam que pessoas estariam exigindo pagamentos para permitir o estacionamento em locais que, em tese, são de livre acesso à população.
As denúncias ganharam repercussão nos últimos dias e geraram indignação entre moradores e visitantes. Segundo os relatos, os valores cobrados variam conforme a proximidade do evento e a movimentação do público. Em alguns casos, os motoristas afirmam ter desembolsado até R$ 50 para deixar o veículo estacionado.
Nas redes sociais, diversos internautas manifestaram revolta com a situação. “Me cobraram 50 reais”, denunciou um usuário. Outro classificou a prática como abusiva. “Um roubo à cara limpa esses estacionamentos, deveria ter proibido faz tempo”, escreveu. Já um terceiro questionou a legalidade da cobrança. “Os caras cobrando estacionamento público”, comentou.
A situação tem levantado questionamentos sobre a utilização de vias públicas e a necessidade de fiscalização por parte dos órgãos competentes. Moradores afirmam que, durante grandes eventos, a prática se repete em diversos pontos próximos ao Parque de Exposições, dificultando o acesso de quem busca estacionar sem custos em áreas públicas.
Diante das denúncias, frequentadores da Expoara cobram uma atuação mais efetiva das autoridades para verificar se as cobranças possuem autorização legal e para impedir possíveis irregularidades. Até o momento, não houve posicionamento oficial sobre as reclamações que circulam nas redes sociais.
Enquanto o evento segue atraindo milhares de visitantes, as denúncias de cobrança em espaços públicos continuam repercutindo e gerando debate entre a população de Araguaína.
A redação do Portal Imediato entrou em contato com a Prefeitura de Araguaína para solicitar um posicionamento da Agência de Segurança, Transporte e Trânsito (ASTT) sobre as denúncias apresentadas nesta matéria. Até o momento, a Secretaria Municipal de Comunicação (Secom) não encaminhou resposta. O conteúdo poderá ser atualizado a qualquer momento pela equipe de edição assim que o posicionamento oficial for recebido.
Por: Warley Costa | Portal Imediato





