Justiça nega plágio de cantora Ludmilla em “Vem Amor Bate e Não Para”

O juiz também ressaltou que “não houve qualquer prejuízo à exploração normal da obra” de DJ Marlboro.

Em uma decisão que deve colocar ponto final na polêmica, a Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido da produtora do DJ Marlboro para condenar Ludmilla por plágio na música “Vem Amor Bate e Não Para”. A ação alegava que a canção da cantora copiava trechos de “Essa é Minha Tara”, composição do DJ.

Diferenças significativas

Após analisar as composições, o juiz responsável pelo caso concluiu que “as letras de ambas possuem sentidos e contextos diferentes e não se assemelham em nada”. 

Na sentença, o juiz mencionou um “festival de vulgaridades colocadas nas letras em questão”, mas descartou qualquer tipo de cópia entre as produções após análise das composições. 

O magistrado destaca que a letra de “Vem Amor Bate e Não Para” narra uma história de amor e desejo, enquanto “Essa é Minha Tara” apresenta uma temática sexual mais explícita.

Em sua decisão, o juiz explicou que, em “Vem Amor Bate e Não Para”, “o eu lírico, então, dirigiu-se até a casa de Mateus e lá, ao que tudo indica pela letra, tiveram alguma espécie de relação sexual, na qual Mateus e o eu lírico fazem sexo oral”. 

Já sobre “Essa é Minha Tara”, o documento diz que “a música não possui uma narrativa específica, mas sim uma sequência de frases que sugerem uma relação sexual sadomasoquista”.

Ausência de plágio e prejuízo

O juiz também ressaltou que “não houve qualquer prejuízo à exploração normal da obra” de DJ Marlboro. Segundo ele, a música “Essa é Minha Tara” continua sendo comercializada e executada em diversas plataformas, o que demonstra que o suposto plágio não afetou negativamente a obra original.

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