Suzane von Richthofen teria recebido cachê para documentário, diz jornal

Netflix respondeu que não divulga detalhes das produções.
Documentário estreia ainda neste ano na plataforma de streaming (Foto: Reprodução)

Um novo documentário sobre o caso que chocou o país em 2002 voltou a colocar o nome de Suzane von Richthofen em evidência. Segundo informações publicadas pela Folha de S.Paulo, a ex-detenta teria recebido cerca de R$ 500 mil para participar da produção, que será exibida pela Netflix.

Ainda de acordo com a reportagem, Suzane assinou um contrato que inclui cláusulas rígidas de confidencialidade, impedindo-a de comentar publicamente os detalhes do acordo. O documento também prevê restrições para concessão de entrevistas a outros veículos e plataformas concorrentes por um período determinado.

O projeto teria começado em novembro de 2025 e a previsão é de estreia ainda em 2026. Procurada, a Netflix afirmou que não divulga informações específicas sobre suas produções.

Além de Suzane, o atual companheiro dela, o médico Felipe Zecchini Muniz, também teria sido remunerado para participar do documentário.

Trechos da produção repercutem nas redes

Nos últimos dias, partes do documentário — intitulado “Suzane vai falar” — passaram a circular nas redes sociais, gerando grande repercussão. Nos vídeos, Suzane relembra a infância e descreve a relação com os pais como distante emocionalmente.

Em um dos trechos, ela afirma que cresceu em um ambiente com pouca demonstração de afeto, apesar do bom desempenho escolar. Segundo seu relato, havia uma diferença na forma como pai e mãe expressavam carinho, sendo este último mais presente, ainda que de forma esporádica.

Suzane também declarou que a família estava longe de ser ideal e que existia um distanciamento entre ela e os pais, Manfred von Richthofen e Marísia von Richthofen, assassinados em 31 de outubro de 2002.

Ela ainda citou o envolvimento com Daniel Cravinhos, também condenado pelo crime, apontando que o relacionamento teria preenchido lacunas emocionais. Segundo Suzane, um período em que os pais viajaram para a Europa marcou uma mudança em sua vida, descrevendo a fase como um momento de liberdade que teria influenciado os acontecimentos posteriores.

O caso Richthofen permanece como um dos mais emblemáticos da história criminal brasileira e segue despertando interesse do público mais de duas décadas após o crime.

Marina Ruy Barbosa como Suzane von Richthofen (Foto: Prime Video, Reprodução)

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